"Walmor Corrêa - uma poética da criação de 'A Biblioteca dos Enganos'" por Claudia Hamerski

"Walmor Corrêa - uma poética da criação de 'A Biblioteca dos Enganos'" por Claudia Hamerski
Projeto de Pesquisa em Teoria História e Crítica de Arte, 2010

Usina de Carvão - Observatório 2010

Usina de Carvão - Observatório 2010
Carvão s/ papel, 84x89cm, 2010. Fotografia Kalango Coletivo Fotográfico

Intervenção "Corpo Território"

Intervenção "Corpo Território"
Fotografia Federico Stunz

"Múltiplos"

"Múltiplos"
caneta nanquim sobre madeira, 2010, fotografia Elenise Xisto.

Abertura 19º Salão de Artes da CMPA

Abertura 19º Salão de Artes da CMPA
Participo com o trabalho "Múltiplos". Fotografia Elenise Xisto.

OBSERVATÓRIO

OBSERVATÓRIO
Projeto que busca a coletividade de artistas

Exposição Entre Linhas

Exposição Entre Linhas
Trabalho "Múltiplos", nanquim s/ madeira, 2010

Desvenda no Salão de Abril - Fortaleza, 2010

Desvenda no Salão de Abril - Fortaleza, 2010
Abertura do 61º Salão de Abril, na sexta-feira (16/04)

Trabalho "Perecíveis", dentro do grupo DESVENDA, no 61º Salão de Abril

Trabalho "Perecíveis", dentro do grupo DESVENDA, no 61º Salão de Abril
à esquerda detalhe, "Perecíveis", 2010

Livro sobre o projeto TDUEPURC Riozinho

Livro sobre o projeto TDUEPURC Riozinho

Exposição "Em processo"

Exposição "Em processo"
Vernissage, 26 de agosto , Galeria Arte&Fato

EM PROCESSO

EM PROCESSO
Inauguração dia 26 de agosto na galeria Arte&Fato, Rua São Manoel, 285

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Do livro "Cartas a Théo" - Vincent Van Gogh

"Um pássaro na gaiola durante a primavera sabe muito bem que existe algo em que ele pode ser bom, sente muito bem que há algo a fazer, mas não pode fazê-lo. O que será? Ele não lembra muito bem. Tem então vagas lembranças e diz para si mesmo: "Os outros fazem seus ninhos, têm seus filhotes e criam a ninhada", e então bate com a cabeça nas grades da gaiola. E a gaiola continua ali, e o pássaro fica louco de dor.
'Vejam que vagabundo', diz um outro pássaro que passa, 'esse aí é um tipo de aposentado'. No entanto, o prisioneiro vive, e não morre, nada exteriormente revela o que se passa em seu íntimo, ele está bem, está mais ou menos feliz sob os raios do sol. Mas vem a época da migração. Acesso de melancolia - 'mas' dizem as crianças que o criam na gaiola, 'afinal ele tem tudo o que precisa'. E ele olha lá fora o céu cheio, carregado de tempestade, e sente em si a revolta contra a fatalidade. 'Estou preso, estou preso e não me falta nada, imbecis. Tenho tudo o que preciso. Ah! por bondade, liberdade! ser um pássaro como outros."( pág. 50)

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